quinta-feira, setembro 28, 2006

28/09/2006
Tratamento experimental de diabete cura metade dos voluntários - TecnoCientista:


Estadão - Alguns diabéticos conseguiram se livrar das injeções diárias de insulina depois de receberem transplantes de células do pâncreas, de acordo com o estudo mais amplo já realizado sobre esse tratamento experimental. Mas, para a maioria dos envolvidos na pesquisa, os resultados não representaram a cura esperada.

Quase metade dos 36 pacientes que receberam o transplante de células conseguiram independência da insulina cerca de um ano após o tratamento. Os benefícios foram menos claros para os demais, e cerca de três quartos do grupo completo precisaram voltar às injeções.

Os pacientes sofriam de casos graves de diabete tipo 1, a forma menos comum da doença, que não é ligada à obesidade.

Especialistas dizem que o tratamento, envolvendo células doadas de cadáveres, ainda é promissor, e não demorará muito para que médicos descubram como levar o benefício para uma proporção maior de diabéticos. Em artigo publicado na edição desta quinta-feira do New England Journal of Medicine, pesquisadores dizem não saber o que levou alguns pacientes a se beneficiarem do transplante enquanto outros, não.

Diabéticos do tipo 1 precisam de injeções regulares de insulina para sobreviver. A insulina é necessária para converter o açúcar dos alimentos em energia para o corpo. Embora alguns pacientes façam transplantes totais do pâncreas, o procedimento freqüentemente oferece risco.

Há anos os médicos tentam aperfeiçoar uma técnica menos invasiva, como o transplante de apenas a"

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